Energia Eólica Offshore: O Projeto WindFloat e os Leilões Offshore
O WindFloat, da EDP, instalou ao largo de Viana do Castelo a primeira turbina eólica flutuante ligada à rede em águas profundas, em 2011. O primeiro leilão português de eólica offshore, inicialmente previsto para o final de 2023, tinha arranque estimado para junho de 2024.
A energia eólica offshore aproveita ventos mais fortes e constantes no mar do que em terra, com menos restrições de espaço e menor impacto visual e sonoro, embora envolva custos de instalação mais elevados e condições marítimas adversas. Um exemplo pioneiro é o projeto WindFloat, da EDP, que usa plataformas flutuantes ancoradas ao fundo do mar para suportar turbinas em profundidades onde estruturas fixas seriam inviáveis.
WindFloat e os leilões offshore
O WindFloat foi implementado ao largo da costa de Viana do Castelo, no norte de Portugal. A sua primeira fase, WindFloat 1, instalou em 2011 uma turbina flutuante de 2 megawatts (MW) — a primeira vez que uma turbina eólica flutuante foi ligada à rede elétrica em águas profundas. Quanto aos leilões de energia eólica offshore em Portugal, o primeiro, que chegou a estar previsto para avançar até ao final de 2023, tinha o seu arranque estimado para junho de 2024, com cerca de seis meses de atraso.