Leilão de Baterias 750 MW: Guia do Armazenamento em Portugal
O modelo anunciado para o leilão de armazenamento e a importância da viabilidade ambiental e territorial.
Perspetivas sobre regulação ambiental e o setor das energias renováveis.
O modelo anunciado para o leilão de armazenamento e a importância da viabilidade ambiental e territorial.
Cisão, agregação, cedência e hibridização de títulos de reserva de capacidade ao abrigo do novo diploma.
Como funcionam os incentivos do Fundo Ambiental, quem se pode candidatar e que documentos preparar.
O que são as Go-To Areas do Mapa Verde e como podem simplificar o licenciamento de projetos renováveis.
O Decreto-Lei n.º 100/2026 permite gerir dinamicamente a capacidade de ligação à rede, tornando o armazenamento BESS uma condição de viabilidade.
O Despacho n.º 30/2026 da DGEG esclarece o regime de contagem dos prazos dos artigos 14.º e 58.º do Decreto-Lei n.º 15/2022, definindo períodos excluídos e revogando despachos anteriores.
Um estudo do LNEG e da EDM avalia o potencial de antigas áreas mineiras degradadas para projetos solares, eólicos e de armazenamento.
A proposta de reserva marinha D. Carlos I, com cerca de 170.000 km², traz novos condicionalismos regulatórios para projetos offshore.
As novas Zonas de Aceleração de Renováveis (ZAR) reduzem o licenciamento ambiental de 12-24 meses para 6-9 meses, mas a burocracia local continua a travar projetos.
Criado em 1992, o Programa LIFE é o único instrumento financeiro da UE dedicado exclusivamente ao ambiente e ao clima, com taxas de cofinanciamento entre 60% e 95% e um subprograma dedicado à Transição para Energias Limpas.
O novo Guia Municipal para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis, no âmbito da EMER 2030, uniformiza procedimentos entre municípios e administração central.
Na abertura do Portugal Energy Storage Forum 2026, organizado pela APREN, a mensagem foi clara: sem armazenamento e sem capacidade de rede, os projetos renováveis deixam de ser bancáveis.
No Portugal Energy Storage Forum 2026, organizado pela APREN, defendeu-se que o que trava as baterias em Portugal não é a volatilidade do mercado, comparável à da Califórnia ou do Texas, mas a falta de fluxos de receita diversificados.
No Portugal Energy Storage Forum 2026, o debate mostrou que financiar solar sem armazenamento é cada vez mais difícil — mas o problema é regulatório.
O Despacho n.º 2235/2026 manda a DGEG estudar o enterramento seletivo de linhas elétricas para proteger a rede de incêndios e tempestades extremas.
A 11.ª edição do Manual de Ligações à Rede da E-Redes integra o Decreto-Lei n.º 99/2024 e detalha regras para hibridização, autoconsumo e mobilidade elétrica.
O relatório "Electricity 2026" da IEA projeta o vento a ultrapassar o nuclear na UE até 2030 e os veículos elétricos a evitar mais de 5 milhões de barris de petróleo por dia.
Portugal aprovou 18 novas Zonas Especiais de Conservação, elevando o total para 44 e reforçando a Rede Natura 2000 do interior montanhoso ao litoral algarvio.
A EMER 2030 aprovou Orientações Técnicas que substituem a incerteza subjetiva por critérios objetivos para projetos de renováveis em terrenos com declive acima de 25%.
O Despacho Conjunto n.º 1/2026 da APA e da DGEG cria um novo procedimento de licenciamento para unidades de produção de biometano.
Um novo envelope de 60 milhões de euros no PRR reforça o armazenamento de energia e Bruxelas dá mais tempo aos projetos de hidrogénio verde.
Critérios do RJAIA e do DL 11/2023 determinam se uma unidade de biometano fica sujeita a Avaliação de Impacte Ambiental, com exemplos práticos e erros comuns dos promotores.
O licenciamento de unidades de biometano em Portugal exige registo prévio na DGEG, licença ambiental via SILiAmb e articulação com regimes territoriais como a RAN e a REN — um processo agora clarificado pelo Despacho Conjunto APA/DGEG n.º 1/2026.
O caso do supercomputador Colossus da xAI mostra que o verdadeiro obstáculo à expansão da IA não são os chips, mas a energia e o licenciamento ambiental.
A Portaria n.º 481/2025/1 cria um apoio a fundo perdido de 15 milhões de euros para modernização energética no setor agrícola.
O relatório do LNEG traça a rota para Portugal se tornar um hub europeu de energia limpa através da eólica offshore e das rotas Power-to-X.
Aprovada em Conselho de Ministros a 28 de novembro de 2025, a AGE absorve competências do LNEG e da ADENE para acelerar o licenciamento de projetos estratégicos.
O Despacho n.º 170/MAEN/2025 prorroga por 12 meses os prazos de conclusão de projetos de renováveis, incluindo leilões solares e licenças ao abrigo do Decreto-Lei n.º 15/2022.
O Plano de Ação para a Conservação e Sustentabilidade dos Polinizadores (PACSP), coordenado pelo ICNF, reúne 30 ações e 116 medidas para travar o declínio de abelhas e outros polinizadores em Portugal.
Brad Smith, da Microsoft, confirmou na Web Summit um investimento superior a 10 mil milhões de dólares no SINES Data Campus, com 12.600 GPUs NVIDIA e 100% energia verde.
O Mapa Verde, do Ministério do Ambiente e Energia, demarca Zonas de Aceleração para Energias Renováveis (ZAER) com avaliação ambiental estratégica prévia.
A plataforma nacional do Mercado Voluntário de Carbono arrancou em outubro de 2025, registando créditos de carbono verificados através de promotores, verificadores e compradores.
O regime "fast-track" e as Zonas de Aceleração (ZAER) prometem acelerar o licenciamento renovável, mas persistem riscos ligados à rede, ao BESS e ao ordenamento do território.
A transposição parcial da Diretiva RED III eleva a meta nacional de renováveis para 49% até 2030, com novos títulos de rastreabilidade e simplificação do licenciamento.
Análise ao relatório Global Hydrogen Review 2025 da IEA: a procura mundial de hidrogénio quase atingiu 100 milhões de toneladas em 2024, mas o crescimento continua concentrado nos usos tradicionais, com o hidrogénio de baixas emissões ainda marginal.
A DGT disponibiliza gratuitamente o levantamento LiDAR de Portugal Continental, financiado pelo PRR, com exatidão altimétrica de 10cm e densidade de 10 pontos por m².
A Nota Explicativa n.º 5/DG/2025 da DGEG esclarece como se aplica o licenciamento de baterias instaladas no mesmo local de uma central de produção já existente.
A IEA publicou o relatório Global Hydrogen Review 2025: a procura mundial atingiu cerca de 100 milhões de toneladas em 2024, mas o hidrogénio de baixas emissões continua a representar menos de 1% da produção total.
A Agência para o Clima concretizou pagamentos de 257,26 milhões de euros para reforçar a transição energética e a sustentabilidade ambiental.
Novo programa decenal do ICNF, instituído pelo despacho n.º 1392/2025, visa travar o declínio das alcateias de lobo-ibérico em Portugal.
O Programa E-LAR, apresentado pela Ministra do Ambiente e Energia, apoia até 30 mil famílias na substituição de eletrodomésticos a gás por soluções elétricas eficientes.
O Decreto-Lei n.º 93/2025 estabelece o novo regime jurídico da mobilidade elétrica, permitindo carregamento sem contrato prévio e obrigando a meios de pagamento alternativos.
A ADENE, a ERSE e a E-REDES lançaram o primeiro de três guias sobre autoconsumo energético, incluindo autoconsumo em condomínios com mobilidade elétrica.
O Governo lançou um pacote de 400 milhões de euros com 31 medidas para reforçar a segurança e a resiliência do sistema elétrico nacional.
A DGEG anunciou um concurso público, a lançar no último quadrimestre de 2025, para atribuir 300 MVA a projetos renováveis com sistemas de armazenamento integrados.
A APA esclareceu quando é que os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) ficam sujeitos a Avaliação de Impacte Ambiental.
Nota explicativa da DGEG confirma que substituir aerogeradores sem alterar a área de implantação é uma alteração não substancial, dispensando novo controlo prévio.
A conferência anual da APREN regressa a 2 e 3 de outubro de 2025, na Culturgest, em Lisboa, reunindo o setor das renováveis.
Coordenado pelo IPMA no âmbito do PRR, o projeto Estudos OWF reuniu 2167 km lineares de dados geofísicos ao largo de Leixões e Figueira da Foz, com conclusão dos estudos da campanha de 2025 prevista para junho/julho de 2026, apoiando o futuro leilão de eólica offshore.
Portugal anunciou uma nova Área Marinha Protegida no Banco de Gorringe, elevando a proteção das águas nacionais de 19% para pelo menos 27%.
O protótipo Aquawind validou uma plataforma flutuante de eólica offshore, abrindo caminho a uma futura expansão da tecnologia.
O Fundo Ambiental aprovou 112 candidaturas de apoio a Comunidades de Energia Renovável e Autoconsumo Coletivo, com financiamento de 19,1 milhões de euros ao abrigo do PRR, visando um aumento de cerca de 93 MW de capacidade renovável instalada.
Portugal tem cerca de 260 grandes barragens e mais de 8.000 pequenas barragens e barreiras hidráulicas, com funções que vão da energia à rega local.
O Despacho n.º 170/MAEN/2025 prorroga por 12 meses, e pela terceira vez, os prazos dos projetos vencedores dos leilões solares, dizendo-se "improrrogável".
A primeira metodologia do Mercado Voluntário de Carbono português, centrada em projetos florestais, está em consulta pública com lançamento previsto para o segundo semestre de 2025.
O Decreto-Lei n.º 99/2024 tornou obrigatória a Proposta de Definição de Âmbito antes do EIA para projetos renováveis, armazenamento e infraestruturas associadas.
O Governo anunciou os resultados de um concurso público de 100 milhões de euros que vai financiar 41 projetos de armazenamento de energia, no âmbito do PRR e das metas do PNEC 2030.
O Governo fixou até 19 de outubro de 2025 o prazo para definir as regras do primeiro leilão eólico offshore em Portugal, com o objetivo de instalar 2 GW até 2030.
A EMER 2030 prepara um balcão digital único para centralizar o licenciamento de renováveis, com primeiras funcionalidades previstas para o final de 2025.
Criado em 1983 e hoje também parte da ZEC Alvão/Marão, o Parque Natural do Alvão protege o lobo-ibérico, a lontra e paisagens como a Cascata de Fisgas de Ermelo.
Os principais projetos de hidrogénio verde em Sines — da Galp, da Neogreen Hydrogen e da MadoquaPower2X — têm o arranque da produção adiado para 2026, somando mais de 3 mil milhões de euros de investimento.
As Zonas Especiais de Conservação (ZEC) integram a Rede Natura 2000 e são reguladas por um conjunto de decretos-lei recentes que designam novas áreas protegidas em Portugal.
O Fundo Ambiental 2025 vai mobilizar 1,3 mil milhões de euros para 170 projetos estratégicos em oito concursos públicos.
Os sistemas BESS armazenam excedentes de energia renovável e libertam-nos quando necessário, resolvendo o problema da intermitência.
O licenciamento de projetos de hidrogénio verde em Portugal exige AIA, autorização de emissões atmosféricas ao abrigo do DL 127/2013, conformidade com a Diretiva Seveso III dada a inflamabilidade do hidrogénio, e gestão de água segundo a Lei n.º 58/2005.
Como se compara o licenciamento ambiental do hidrogénio verde com o do petróleo e gás, eólica, solar e hídrica em Portugal, ao abrigo do RJAIA.
O Despacho n.º 1859/2025, publicado em 10 de fevereiro de 2025, uniformiza os procedimentos de licenciamento de instalações de armazenamento de energia elétrica em Portugal.
A Agência para o Clima é a primeira entidade portuguesa dedicada exclusivamente às questões climáticas, com a meta de neutralidade carbónica até 2045.
Os sistemas BESS armazenam o excedente de energia solar e eólica para o devolver à rede quando é preciso, tornando-se centrais para a estabilidade e a descarbonização do setor elétrico.
A 9 de janeiro de 2025, o governo aprovou o PAER, que define seis zonas na costa portuguesa para atingir 2 GW de eólica offshore até 2030.
O LNEG lançou uma calculadora gratuita para estimar o Custo Nivelado do Hidrogénio ao longo de toda a cadeia de valor, desde a produção até à distribuição.
O Governo vai financiar 43 projetos de armazenamento de energia elétrica através do PRR, com o objetivo de instalar pelo menos 500 MW de capacidade na rede pública.
O Decreto-Lei n.º 116/2024 prorroga até 2026 as medidas excecionais de simplificação administrativa para projetos de energias renováveis, alinhadas com o REPowerEU.
A ferramenta da APA permite a indivíduos e organizações estimar as suas emissões de gases com efeito de estufa e planear a sua redução.
Sobreiros e azinheiras formam o montado, protegido por lei em Portugal e reconhecido pela UNESCO como sistema agroflorestal de importância global.
O Decreto-Lei n.º 99/2024, publicado em 3 de dezembro de 2024, introduz alterações profundas nos prazos de licenciamento, no regime de armazenamento de energia e nas contrapartidas aos municípios.
O REA 2024 da APA analisa o desempenho ambiental de Portugal em oito domínios, dos GEE aos resíduos e à participação pública.
Portugal prepara o primeiro leilão de eólica offshore, com o objetivo de instalar 2 GW até 2030, um investimento estimado de 9 mil milhões de euros e a criação de milhares de empregos.
O reequipamento (repowering) substitui aerogeradores antigos por tecnologia mais eficiente, aumentando a produção sem ocupar novas áreas.
A COP29 decorreu em Baku, Azerbaijão, entre 11 e 22 de novembro de 2024, com foco no financiamento climático e na preparação da COP30 em Belém.
As florestas autóctones, como carvalhais e azinhais, sustentam a biodiversidade e a regulação climática, enquanto as florestas de produção — sobretudo eucalipto e pinheiro, com ciclos de corte de 7 a 12 anos — impulsionam a economia mas exigem gestão sustentável.
A Noruega prepara um concurso para 1,5 GW de capacidade eólica offshore flutuante, um passo rumo à meta de 30 GW até 2040.
Portugal tem cerca de 260 parques eólicos e 5,5 GW instalados, mas mais de metade da capacidade tem entre 15 e 20 anos.
Artigo de opinião sobre como a energia nuclear passou de grande promessa energética a fonte controversa, explorando os três grandes obstáculos: acidentes como Chernobyl e Fukushima, a gestão de resíduos radioativos e os elevados custos face às renováveis.
Organizado pela APREN, o Portugal Renewable Energy Summit 2024 decorreu em Lisboa a 4 e 5 de novembro, reunindo líderes do setor para discutir a reforma do mercado elétrico e a transição energética.
A rede elétrica portuguesa enfrenta saturação, infraestrutura envelhecida e a necessidade de digitalização para acompanhar a transição energética.
O Dia Mundial da Ação Climática, celebrado a 24 de outubro, mobiliza governos, empresas e cidadãos em torno de medidas concretas para reduzir as emissões e travar o aquecimento global.
Os incêndios florestais em Portugal têm impactes significativos na biodiversidade, no solo, no clima e nos recursos hídricos — e exigem uma abordagem integrada de prevenção, gestão florestal e restauro.
O Dia Mundial das Aves Migratórias assinala a importância das rotas e habitats que atravessam Portugal, um corredor estratégico entre a Europa e a África.
O PNEC 2030 define as metas portuguesas de energia e clima até 2030, incluindo 47% de renováveis no consumo final e uma redução de 45% a 55% nas emissões de GEE face a 2005.
O que são os corredores ecológicos, que função desempenham na conservação da biodiversidade e onde existem exemplos concretos em Portugal.
Um concurso público de 100 milhões de euros para baterias de grande escala recebeu 76 candidaturas, quase o triplo da capacidade prevista.
O governo português lançou um programa de apoio de 75 milhões de euros para promover a criação de Comunidades de Energia Renovável (CER) em Portugal.
As pás de aerogeradores, feitas de compósitos de fibra de vidro e resina, são difíceis de reciclar; Siemens Gamesa e Vestas lideram novas soluções tecnológicas.
Em que casos excecionais a Reserva Agrícola Nacional (RAN) permite usos não agrícolas, e que legislação e procedimentos regulam esses pedidos em Portugal.
A RAN protege as terras mais aptas para a agricultura em Portugal, restringindo o seu uso e enquadrando-o em legislação específica.
A IGAMAOT lançou a iFAMA, uma plataforma única de inspeção e fiscalização que centraliza denúncias e coordena entidades responsáveis pela agricultura, pelo mar e pelo ambiente em Portugal.
Com painéis solares a atingir o fim da sua vida útil de 25-30 anos, a Diretiva WEEE da UE regula a recolha e reciclagem de materiais como silício, vidro e prata.
A Diretiva (UE) 2023/2413 (RED III), em vigor desde 20 de novembro de 2023, eleva a meta de energia renovável da UE para pelo menos 40% do consumo final bruto até 2030, com impacto direto na simplificação do licenciamento e no crescimento renovável em Portugal.
O Conselho da UE aprovou, em junho de 2024, a Lei de Restauração da Natureza, que obriga os Estados-Membros a restaurar pelo menos 30% dos habitats degradados até 2030, 60% até 2040 e 90% até 2050.
A APA e o ICNF publicaram um despacho conjunto, datado de 15 de julho de 2024, que clarifica o conceito de "desflorestação" para efeitos da avaliação de impacte ambiental.
Como funciona o pedido de enquadramento em Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) e porque é um passo determinante para os promotores.
Enquadramento do regime da REN, das intervenções sujeitas a comunicação prévia e das etapas do procedimento.
O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, celebrado a 17 de junho, assinala a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), adotada em 1994.
A Comissão Europeia aprovou ajudas estatais de 140 milhões de euros para o leilão português de compra centralizada de hidrogénio renovável e biometano, lançado em maio de 2024 com o aval da ERSE.
Os oceanos cobrem cerca de 71% da superfície da Terra e produzem cerca de metade do oxigénio que respiramos. O Dia Mundial dos Oceanos, a 8 de junho, foi reconhecido pela ONU em 2008 e tem em 2024 o tema "Incentivar a ação para o nosso oceano e o clima".
A 5 de junho celebra-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, criado pela ONU em 1972 na Conferência de Estocolmo. O tema de 2024, organizado pela Arábia Saudita, foca o restauro da terra e a resiliência à seca e à desertificação.
O WindFloat, da EDP, instalou ao largo de Viana do Castelo a primeira turbina eólica flutuante ligada à rede em águas profundas, em 2011. O primeiro leilão português de eólica offshore, inicialmente previsto para o final de 2023, tinha arranque estimado para junho de 2024.
O que é a Rede Nacional de Áreas Protegidas em Portugal, que categorias abrange e que legislação a regula.
A Reserva Agrícola Nacional (RAN) e a Reserva Ecológica Nacional (REN) são dois instrumentos legais centrais para proteger, respetivamente, o solo agrícola e as áreas ambientalmente sensíveis em Portugal.
Solar, eólica, hídrica e geotérmica destacam-se como as fontes renováveis menos poluentes, com a eólica geralmente apontada como a mais eficiente.
Eólica, solar fotovoltaica, hídrica e biomassa lideram o mix renovável português na produção de eletricidade, segundo dados da APREN.
A hídrica lidera a capacidade renovável mundial, seguida pela eólica e pela solar, com a China como maior produtora em várias tecnologias.
Um guia às principais fontes de energia renovável — solar, eólica, geotérmica, hídrica, oceânica e biomassa — e à diferença entre estas e os combustíveis fósseis.
O DL 15/2022 permite até 20% de acréscimo na capacidade de injeção em projetos de reequipamento, com regras distintas de sujeição a AIA para solar e eólica.
A APREN e o INEGI reformularam o portal e2p – Energias Endógenas de Portugal, que reúne dados sobre todos os centros eletroprodutores renováveis do país.
O "simplex ambiental" elimina licenças e procedimentos redundantes, simplifica prazos de AIA e cria o Reporte Ambiental Único.
O Decreto-Lei n.º 11/2023 reduz os casos que exigem análise caso a caso em matéria de Avaliação de Impacte Ambiental.
A APREN lançou, em colaboração com a APA e a DGEG, um guia que consolida os procedimentos de licenciamento para projetos renováveis onshore em Portugal, com foco inicial em eólica e solar.
O Decreto-Lei n.º 11/2023 elimina procedimentos administrativos redundantes após uma Decisão de Impacte Ambiental favorável.
A versão atualizada do Plano de Afetação para Exploração de Energias Renováveis Offshore (PAER) esteve em consulta pública até dezembro de 2023 e identifica áreas com potencial para 10 GW.
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